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Joseph Smith, o fundador desta seita, nasceu em 1805 numa família pobre em Vermont, EUA. Aos 18 anos teve duas 'visões' enquanto estava a orar nas quais um anjo revelou-lhe o paradeiro de alguns pratos de ouro que Joseph devia traduzir para compor 'O Livro de Mórmon'. Mais tarde Joseph profetizou sobre vários eventos futuros, mas nenhuma destas profecias veio a ser cumprida. (Uma destas profecias dizia que Jesus Cristo ia voltar à terra no ano 1891.)
O nome oficial é a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias mas é frequentemente chamada a Igreja "Mórmon", e seus membros são, em geral, tratados no mundo inteiro como "mórmons" ou "santos dos últimos dias". A Igreja foi organizada no ano 1830, no Estado de Nova Iorque.
O Livro de Mórmon contem quinze livros e relata a história de duas civilizações antigas. Descreve também como Jesus visitou o continente de Norte Americano depois de sua ascensão, e construiu a sua igreja verdadeira lá. Cerca de dez porcento do livro é tirado directamente da Bíblia.
Joseph Smith ensinou:
1. O verdadeiro evangelho foi perdido na terra. O Mormonismo é a sua restauração, Mormon Doctrine, by Bruce R. McConkie, p. 635.
2. O Livro de Mórmon é mais correcto que a Bíblia.
History of the Church, 4:461.
3. Não existe salvação fora da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Mormon Doctrine, p. 670.
4. Existem muitos deuses.
Mormon Doctrine, p. 163.
5. Existe uma deusa mãe.
Articles of Faith, by James Talmage, p. 443
6. Deus foi um homem num outro planeta.
Mormon Doctrine, p. 321.
7. Depois de uma pessoa se tornar um bom mórmon, tem potencial para se tornar um outro deus.
Teachings of the Prophet Joseph Smith, pages 345-347, 354.
8. Deus, o Pai, tem um pai.
Orson Pratt in The Seer, page 132.
9. Deus tem a forma de um homem - tem corpo de carne e ossos.
Joseph Smith, Journal of Discourses, Vol. 6, page 3.
10. Deus é casado com a sua esposa-deusa e tem filhos espirituais.
Mormon Doctrine, p. 516.
11. Nós fomos gerados primeiro como bebês espirituais no céu e então nascemos naturalmente na terra.
Journal of Discourse, Vol. 4, p. 218.
12.O primeiro espírito que nasceu no céu foi Jesus.
Mormon Doctrine, page 129.
13. O Diabo nasceu como um espírito depois de Jesus "na manhã da pré-existência" Mormon Doctrine, page 192.
14. Jesus e Satanás são espíritos irmãos.
Mormon Doctrine, p. 163.
15. Um plano de salvação era necessário para as pessoas na terra. Então, Jesus e Satanás apresentaram cada um o seu plano, e o plano de Jesus foi aceito. O Diabo quis ser o salvador da humanidade para "anular" a identidade dos homens e destronar a deus."
Mormon Doctrine, page 193; Journal of Discourses, vol. 6, page 8.
16. Deus teve relações sexuais com Maria para produzir o corpo de Jesus.
Journal of Discourses, Vol. 4, p. 218, 1857.
17. O sacrifício de Jesus não é suficiente para nos limpar de todos os nossos pecados Journal of Discourses, Vol. 3, p. 247, 1856.
18. As boas obras são necessárias para a salvação.
Articles of Faith, p. 92.
19. Não existe salvação sem aceitar Joseph Smith como um profeta de Deus, Doctrines of Salvation, Vol. 1, p. 188.
20. Baptismo pelos mortos - Esta é a prática de uma pessoa se baptizar em lugar de alguém, não-mórmon, que já tenha morrido. Eles crêem que, no após vida, a pessoa "nova baptizada" esteja habilitada a entrar num céu mórmon de maior nível.
Doctrines of Salvation, Vol. II, p. 141.
21.Existem três níveis de céu: Telestial, Terrestrial e Celestial.
Mormon Doctrine, p. 348.
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As doutrinas fundamentais de Cristianismo verdadeiro são as seguintes:
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A Bíblia é a palavra de Deus e tem autoridade final em todos os assuntos de doutrina e fé;
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Deus veio a este mundo na pessoa de Jesus Cristo e viveu como homem;
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Jesus Cristo foi tentado em todas as coisas como nós mas nunca pecou;
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Ele mostrou-nos como é Deus, ajudando e curando as pessoas, e fazendo milagres;
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Ele, sendo inocente, sacrificou-se a si mesmo para pagar pelos pecados de humanidade;
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O corpo de Jesus Cristo ressuscitou, Ele foi elevado ao céu e mandou o Seu Espírito Santo para viver em nós, dando-nos um novo espírito, e o poder de viver uma vida que Lhe agrada.
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Somos salvos pela fé naquilo que Jesus fez por nós - salvação é uma dadiva de Deus.
Fundada nos anos 1870 por Charles Russell nos Estados Unidos, esta seita é a maior disseminador de heresias nos tempos actuais porque nega a maioria de doutrinas de Cristianismo e propaga erros como os seguintes:
1. A Bíblia não é a única regra de fé e prática.
2. Eles alegam ser o único caminho para o Deus verdadeiro.
The Watchtower, 15 Fevereiro, 1981, p. 19.
3. A Trindade não existe,
Let God be True, p. 101-100.
4. O Espírito Santo é só uma força activa impessoal de Deus.
The Watchtower, 1 Junho, 1952, p. 24.
5. Jesus foi um anjo que se tornou um homem.
The Watchtower, 15 Maio, 1963, p. 307.
6. Jesus foi o único homem perfeito, mas não é Deus em carne.
Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 306.
7. Jesus não morreu numa cruz mas num poste. Então a cruz é um símbolo pagão e não deve ser usada.
Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 89 - 92.
8. O corpo de Jesus não ressuscitou.
Awake! 22 Julho, 1973, p. 4.
9. Jesus returnou à terra, invisivelmente, em 1914.
The Truth Shall Make You Free, p. 300.
10. Boas obras são necessárias para obter a salvação.
Studies in the Scriptures, Vol. 1, pp. 150, 152.
11. A alma cessa sua existência na morte.
Let God be True, p. 59, 60, 67.
12. Não existe inferno de fogo onde os condenados serão punidos.
Let God be True, p. 79, 80.
13. Somente os membros das Testemunhas de Jeová serão salvos. 144.000 deles irão para o céu, os outros Testemunhas de Jeová viverão na terra.
Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 166-167, 361;
Let God be True, p. 121.
The Watchtower, 15 Fevereiro, 1979, p. 30.
14. Transfusão de sangue é pecado.
Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 72-73.
15. Orações devem ser dirigidas só a Jeová e não a Cristo.
16. O comercio, a igreja e o governo são obras de diabo, por isso eles rejeitam o voto, saudar a bandeira, cantar os hinos nacionais ou celebrar o Natal e aniversários. Também recusam-se a servir às forças armadas.
Para justificar e confirmar as falsas doutrinas, as Testemunhas de Jeová fizeram uma tradução da Bíblia, a que chamam A Nova Tradução Mundial.
O fundador, Charles Russell, foi envolvido em várias práticas suspeitas e processos judiciais, e não foi fiel à sua esposa que no final o divorciou. Interpretou a Bíblia numa maneira ridícula, sem fundamentos bíblicos e os seus livros continham citações em hebraico e grego dos quais ele não sabia nem uma palavra. Isto foi provado em tribunal.
O ensinamento central que as Testemunhas de Jeová propagam é que o fim do mundo está próximo e que todos os que não pertencem a elas serão destruídos. Depois disto, Jeová construirá o seu reino na terra que será um paraíso e os escolhidos (as Testemunhos de Jeová), continuarão com ele.
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Este movimento é baseado numa teoria que diz que cada época de uma estrela dura 2,000 anos. De acordo com esta filosofia, nestes dias do presente estamos a mover da época de Pisces, simbolizada por um peixe, para a época de Aquário, simbolizada por um arco-íris. A época de Pisces era a época do masculino, do agressivo e do racional. A época de Aquário será a época do intuitivo e do espiritual. Crê-se que a época da ciência, do materialismo e do mecanismo está a chegar ao fim e a humanidade está a progredir para um tempo de espiritualidade e harmonia.
Este sistema de filosofia e religião começou nos anos 1980 e nasceu de uma variedade de raízes, incluindo misticismo oriental e novas ideias científicas. Abraça muitos elementos, incluindo feminismo, astrologia, ecologia, espiritismo e rituais pagãos. Não tem líder, organização, estrutura ou sede. É quase impossível de definir porque trata de um pouco de tudo - esperança, auto-confiança, paz, amor, humanismo, misticismo, astrologia, ioga, meditação, curas, ocultismo, saúde e desenvolvimento pessoal.
A influência desta religião é enorme. Uma pesquisa consta que 25% dos Norte Americanos estão envolvidos no movimento Novo Era de uma forma ou outra e muitos programas de televisão e jogos de computadores têm a aroma deste.
As crenças básicas desta religião são:
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Tudo é Deus - Deus está dentro de cada pessoa e temos de olhar para dentro para O encontrar. O resultado desta crença é que as pessoas reflectem muito na sua auto-imagem, satisfação pessoal e sucesso.
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Tudo é um - esta ideia reflecte uma mistura de muitas religiões e rejeita as bases mais rígidas que se encontram no Cristianismo ortodoxo. Por exemplo, a palavra 'pecado' não é aceitável, e não existem absolutos no que diz respeito ao que é certo ou errado. Afirma que o problema de humanidade não é o pecado, mas a ignorância e que cada um devia ser guiado através daquilo que pensa dentro de si.
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Tudo está bem - esta religião é muito optimista. Afirma que o mundo vai para a 'utopia'. Muitas crêem que em breve haverá uma nova ordem mundial e uma nova religião mundial. Alguns crêem que aparecerá um novo profeta mundial que vai trazer unidade na economia e na religião.
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É uma religião mundial, independente, com suas próprias leis e escrituras sagradas, e surgiu na antiga Pérsia, o actual Irão em 1844. A Fé Bahá’í foi fundada por Bahá'u'lláh, o título de Mirzá Husayn Ali (1817-1892) e não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio. A sua ênfase é paz no mundo através de unificação de todas as religiões e foca numa vida simples dedicada ao serviço dos outros.
O fundado, Bahá'u'lláh, declarou que ele era a manifestação de Deus, mandado para redimir o mundo e interpretar a vontade de Deus para uma nova era. Ele foi perseguido, encarcerado e exilado mas os seus seguidores continuaram a crescer em número depois de sua morte. A tarefa dele era a de ensinar a verdadeira religião, encher o mundo com justiça e salvá-lo do estado desintegrado e de baixos valores morais. Ele veio para levar a humanidade à unidade e trazer o reino de Deus através de uma mudança interna no homem e na sociedade.
A Comunidade Bahá’í conta com aproximadamente 6 milhões de seguidores, e está espalhada por 178 países do mundo, em praticamente todos os territórios e ilhas do globo.
O que ensina a Fé Bahá'í?
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A Unidade da Humanidade.
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A livre e independente busca da verdade.
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A eliminação de todas as formas de preconceitos e discriminação.
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A igualdade de direitos e oportunidades para o homem e a mulher.
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A harmonia essencial entre a religião, a razão e a ciência.
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Educação compulsória universal.
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A revelação divina é progressiva.
Resumindo, esta religião tem por objectivo a paz no mundo, bem como a resolução dos problemas sociais e a igualdade para todas as raças. Propõe também um corpo legislativo universal, uma língua universal, uma moeda e um sistema judiciário único.
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Zoroastrismo - Surgimento e a História do Zoroastrismo
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Dois princípios fundamentais regem o sistema de crenças desta religião: a existência de Deus e do Diabo e a volta do Paraíso à Terra.
Os livros sagrados do Zoroastrismo são: o Avesta, o livro sagrado das orações, dos hinos, dos rituais, das instruções, da prática e da lei; o Gathas, que são hinos atribuídos a Zoroastro; o Pahlavi, que consiste na literatura zoroastrista.
Ahura Mazda é a deidade suprema, criador de todas as coisas boas, enquanto Ahriman é o princípio destrutivo que rege a ganância, a fúria e as trevas; a bondade irá triunfar; os mortos ressuscitarão.
A origem do Zoroastrismo é remontada ao século VI a. C., tendo sido fundada pelo profeta persa Zoroastro.
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Xintoísmo - História do Xintoísmo
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Tendo fundação remontada ao Japão, aproximadamente no ano de 660 a.C., o Xintoísmo possui duas vertentes: o Xintoísmo Sectário (Kioto) e o Shrine Shinto (Jinga). Os textos sagrados do Xintoísmo são o Nihon Shoki (consistindo de narrativas do Japão do ano 720 d. C.) e o Kojiki, contendo registros dos anciões mestres.
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Taoísmo - História do Taoísmo
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O Taoísmo possui duas vertentes de pensamento religioso. Uma destas vertentes concentra-se na meditação desritualizada, seguindo feições metódicas, subsistindo de maneira mais geral como uma ordem filosófica, enquanto a vertente mais ortodoxa atribui importância fundamental aos rituais, à renovação cósmica e ao controle espiritual. O termo Tão, significando "caminho", consiste num elemento fundamental recorrente em todas as tradições filosóficas chinesas, entre elas o próprio Confucionismo.
O incenso é um elemento constante nos rituais taoístas. Um dos símbolos do Taoísmo é bastante famoso até entre os ocidentais: o Yin-Yang consiste numa representação do equilíbrio e complementaridade entre as forças naturais opostas em perfeita harmonia.
Referente à organização clerical, o Taoísmo é constituído de estrutura monástica e sacerdotal. Os textos sagrados do Tao são: o Dão De Jing (Tao te-ching: "O Caminho e seu Poder") e os escritos de Chuang Tzu (369-286 a. C.).
A cronologia da origem das bases filosóficas taoístas ainda permanece obscura, podendo ser bastante anterior a Lao Tzu, considerado o fundador da religião, mas que, na verdade, foi responsável por um grande impulso à religião sobre a qual já existiam alguns conceitos primitivos.
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Judaísmo - História do Judaísmo
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O Judaísmo tem origem remontada ao ano de 2000 a. C, aproximadamente. Os nomes vinculados a sua fundação pelos judeus são Abraão e Moisés. Os cultos são realizados nas sinagogas, ainda sendo estas utilizadas como espaços dedicados à educação e aos assuntos coletivos. Em termos de organização clerical, há a divisão em congregações, que escolhem individualmente seus rabinos. Os textos sagrados judaicos são: a Bíblia dos hebreus, que inclui o Torá (o Pentateuco, os cinco primeiros livros bíblicos: Gênesis, Êxodo, Números, Levítico e Deuteronômio), os Profetas e outros livros; o Talmude, formado pelo conjunto de ensinamentos do Judaísmo, além de tratar-se de um guia de leis religiosas e civis.
No judaísmo houve o surgimento de várias vertentes, como a Ortodoxa, a Conservadora e a Reformista. A Conservadora, apesar de tomar como sagradas as tradições judaicas, encerra uma ideologia que permite novas interpretações dos textos sagrados. Os seguidores da vertente Reformista submetem as tradições judaicas à reavaliações, de geração a geração.
Os judaicos acreditam que um Messias surgirá em busca da redenção da espécie humana. A fé judaica concentra-se em um único Deus, que haveria criado o homem à sua própria imagem e semelhança. Abraão, considerado o pai do povo judeu, estabeleceu um pacto com Deus. Moisés é considerado pelos judeus como um profeta superior a todos os demais, tratando-se ainda de um símbolo de libertação e independência pátria.
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Hinduísmo - História do Hinduísmo
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Tendo sua origem remontada ao ano de 1500 a .C., a religião hinduísta foi estabelecida pelos invasores arianos da Índia. Os textos védicos antigos descreviam um universo cercado de água. No período dos arianos, ou árias (homens), a explicação de suas divisões sociais era encontrada nos Vedas: da cabeça do deus primordial saíram os brâmanes (casta social dominante), dos braços saíram os guerreiros, das pernas os produtores e dos pés os servos (não-árias, ou "não-homens"). O mundo, conforme a concepção desta época, foi formado a partir da organização, por força divina, de um caos preexistente.
No sistema religioso hinduísta atual há uma série de ramificações, que geraram crenças e práticas diversas, assim como há muitos deuses e muitas seitas de diversas características. O Hinduísmo tem sua ênfase no que seria o modo correto do viver (dharma). Os cultos hinduístas são realizados tanto em templos e congregações quanto podem ser domésticos.
A cerimônia mais comumente realizada é relativa à oração (puja). A palavra "Om", representa a vibração original, uma vibração que transcende o início, o meio e o fim de todas as coisas, vinculando-se, desta maneira, à imagem da própria divindade. Os códigos sagrados do Hinduísmo são: os Vedas, consistindo em escrituras que incluem canções, hinos, dizeres e ensinamentos; o Smriti, escrituras tradicionais que incluem o Ramayana, o Mahabarata, e o Bhagavadgita. O Hinduísmo é a religião atualmente predominante na Índia (pouco mais de oitenta por cento da população).
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Confucionismo - História do Confusionismo
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Há duas correntes confucionistas: uma delas associa-se a Confúcio e Xunzi, tendo preceitos como a obediência aos códigos tradicionais de comportamento para os interesses pessoais próprios de cada indivíduo; outra corrente associa-se a Mêncius e seus preceitos são baseados no dever da conduta humana ser estabelecida de acordo com a própria natureza moral individual. O Confucionismo não possui uma organização clerical formalizada e não há igrejas. Ainda no Confucionismo, não há a adoração de divindades, assim como não há ensinamentos sobre a vida após a morte. As idéias confucionistas são baseadas em três obras: os Anacletos, a fonte dos ensinamentos de Confúcio; o I Ching, o livro das alterações do destino; o Mengzi, livro de Mêncius, o segundo sábio do Confucionismo. O país onde o Confucionismo conquistou mais adesões, ao lado do Budismo e do Taoísmo, é a China.
O Confucionismo, não se referindo a divindades e mantendo-se distante de teoria de vida após a morte, acaba constituindo mais predominantemente um sistema filosófico, não possuindo quase nenhuma das características marcantes em todas as religiões. A origem do Confucionismo é remontada ao século VI antes de Cristo, tendo sido fundada por Kongzi (o próprio Confúcio - por volta de 551 a 479 a. C.).
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Cristianismo - História do Cristianismo
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Muitas doutrinas cristãs diferenciadas entre si surgiram desde as primitivas comunidades cristãs. A origem destas comunidades deu-se em plena expansão do Império Romano. Como o Imperador romano era também a figura religiosa máxima do Império, quaisquer seitas eram prejudiciais ao seu poder absoluto. Desta forma, as comunidades cristãs deste período foram perseguidas. No entanto, mais tarde, o Império Romano adotaria as crenças cristãs como sua religião oficial, ocorrendo assim a fundação da Igreja de Roma. A partir desta, originaram-se as diversas doutrinas cristãs.
Com a excomunhão do Patriarca de Constantinopla pelo Papa, em 1054, gerou-se um cisma e, como conseqüência, a fundação de uma outra doutrina, a Igreja Ortodoxa, cuja concentração de fiéis localiza-se mais ao leste europeu e porções centrais ao longo do continente asiático. Por outro lado, séculos mais tarde, a Reforma, desencadeada por Martinho Lutero, foi um movimento de contestação aos preceitos religiosos e à própria organização clerical católica. Assim, surgiram diversas doutrinas, sob a ordem do protestantismo. Ao longo dos tempos, foram várias as religiões originadas a partir desta ramificação (Igreja Luterana, Igreja Metodista, Igreja Presbiteriana, Igreja Anglicana etc.).
O marco fundamental da origem do cristianismo refere-se ao nascimento de Jesus Cristo. Uma série de feitos miraculosos são vinculados à figura de Jesus. Neste período, a disseminação da religião pelas camadas mais populares deveu-se à dedicação nas pregações realizadas pelos doze apóstolos de Cristo (André, Bartolomeu, Felipe, Tiago, Tiago filho de Alfeu, João, Judas Iscariotes, Judas Tadeu, Mateus, Pedro, Tadeu e Tomás). Mas a grande expansão cristã deu-se, séculos mais tarde, com a própria expansão colonial dos povos cristãos europeus colonizadores, que levaram a fé cristã para além-mar, no período das Cruzadas. No Brasil, a fé cristã foi trazida inicialmente pelos primeiros catequizadores da Companhia de Jesus.
O calendário internacional toma o nascimento de Jesus Cristo como marco referencial para a contagem dos anos. As datas cristãs comemoradas são o Natal (nascimento de Jesus Cristo), o Dia de Reis, a Quaresma e a Páscoa. A Ascensão e os Pentecostes também constituem datas comemorativas, embora sejam mais difundidas apenas entre os seguidores de algumas das doutrinas originadas do Cristianismo.
A Bíblia Sagrada, constituindo a obra central para o Cristianismo como um todo, encerra as idéias fundamentais da crença. O Cristianismo baseia-se na crença monoteísta, ao contrário das crenças contemporâneas à sua origem. Segundo a religião, Deus é o criador de todas as coisas no Universo, tendo criado o mundo em sete dias (Gênese). As religiões cristãs preconizam o amor a Deus e ao próximo, conforme os ensinamentos de Jesus. Acredita-se na ressurreição de Cristo e é estabelecido o conceito da Santa Trindade, em que Deus é o pai, Jesus Cristo o filho, e o Espírito Santo a presença contínua de Deus na Terra.
O Cristianismo que é ensinado na Bíblia é completamente diferente das crenças das outras religiões no mundo pelas seguintes razões:
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Deus veio a este mundo na pessoa de Jesus Cristo e viveu como homem;
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Jesus Cristo foi tentado em todas as coisas como nós mas nunca pecou;
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Ele mostrou-nos como Deus é, ajudando e curando as pessoas, e realizando milagres;
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Ele, sendo inocente, sacrificou-se a si mesmo para pagar pelos pecados da humanidade;
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O sangue puro de Jesus Cristo é eficaz para nos perdoar e nos limpar de todo pecado;
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Uma vez perdoados somos também reconciliados com Deus e podemos conhecê-Lo;
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Jesus Cristo ressuscitou, foi elevado ao céu e mandou o Espírito Santo para viver em nós, dando-nos um novo espírito, e o poder de viver uma vida que Lhe agrada.
Por que é que o cristianismo é dividido entre Protestantes e Católicos?
Na idade média, a igreja católica, dominada pelo bispo de Roma, tinha tornado-se muito secular e existia muito suborno e prácticas corruptas. A maioria dos padres tinham amantes e as vidas dos monges eram escandalosas. Também a adoração dos santos tornara-se muito importante e a doutrina de confissão ao padre com a penitência resultante foi introduzida.
Quando uma grande quantia de dinheiro para completar a Igreja de S. Pedro em Roma foi necessário, John Tetzel viajou pelo Europa a vender documentos (chamado indulgências), assinados pelo Papa para angariar fundos. A compra destes documentos garantiam perdão dos pecados imediato, sem confissão e arrependimento, não só ao comprador, mas também aos seus amigos e familiares, vivos ou mortos. Tetzel disse ao povo: "Logo que o seu dinheiro chegue no cofre, as almas dos seus amigos subirão do purgatório para o céu."
Martin Lutero, professor de teologia na universidade de Wittenburg, Alemanha, pregou contra Tetzel e a venda dos indulgências, dizendo que não tinham valor. No ano 1517 ele publicou noventa e cinco teses contra as prácticas da Igreja Católica e a partir de então começou o protesto da maior parte de população alemã, chamado a Reforma Protestante.
A Reforma Protestante dividiu a igreja, não só em Alemanha mas também em Franca, Suiça, Holanda, Escócia e Inglaterra. Os protestantes, querendo voltar para a simplicidade da Bíblia e a sua restauração como a autoridade em todos os assuntos de fé e práctica cristã, acabou por livrar muitas igrejas do controle da Papa.
Os princípios da reforma protestante eram os seguintes:
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A doutrina da salvação só pela fé em Jesus Cristo, e não pelas boas obras. O homem não é justificado por actos religiosos, ou seja, através de sacramentos, missas, peregrinações, ou pagamento de dinheiro, mas através de uma transformação interior.
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Cristianismo verdadeiro é fundado na Bíblia.
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Cristianismo verdadeiro deve ser racional e inteligente.
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Cristianismo verdadeiro deve ser pessoal, que significa que qualquer pessoa pode ir à presença de Deus, através de Jesus Cristo.
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Um cristão pode confessar os seus pecados directamente a Deus, e receber dEle o perdão, sem ter um padre como mediador.
As Igrejas Protestantes hoje em dia incluem as Luteranas, as Presbiterianas, as Baptistas, as Metodistas, e as Pentecostais. As que se mantêm mais fiéis aos ensinos originais dos Protestantes são normalmente chamadas 'Igrejas Evangélicas'.
Protestantes (Evangélicos) e Católicos –quais são as semelhanças e diferenças?
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Deus, salvação e a Bíblia |
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Protestantes
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Católicos
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A Santa Trindade consiste em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
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A Santa Trindade consiste em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
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A regra da fé é a Bíblia, ou seja, ela é a única base de todas as doutrinas e práticas.
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A regra da fé é a Bíblia e a tradição.
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Somos salvos do inferno só pela graça de Deus através da fé em Jesus Cristo. É uma dádiva de Deus.
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Somos salvos do inferno pela graça e pelas boas obras. É necessário fazer algo para ganhar mérito perante a Deus.
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Jesus estabeleceu dois sacramentos, o baptismo e a ceia do Senhor.
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A Igreja Católica tem sete sacramentos - cinco são indispensáveis para salvação: baptismo, primeira comunhão, o eucaristia, a confissão e a extrema unção.
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As doutrinas foram definidas por teólogos que estudaram a Bíblia e concordaram com o ensino dela.
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O Papá representa Cristo na terra e é infalível em definir as doutrinas e morais da Igreja.
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Oração |
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Protestantes
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Católicos
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Os protestantes oram a Deus Pai e a Jesus Cristo, o Seu Filho.
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Os católicos invocam a Deus, os santos e a Virgem Maria. De importância e o rezar do terço, que consiste numa série de orações feitas a Deus Pai e à Virgem Maria.
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A Virgem Maria |
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Protestantes
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Católicos
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A Virgem Maria era humana e por isso era pecadora como todos nós.
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A Virgem Maria nasceu sem pecado e nunca pecou.
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Depois do nascimento de Jesus, a Virgem Maria e seu marido José viveram juntos como casal e tiveram outros filhos.
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A Virgem Maria nunca teve relações maritais com José.
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A Virgem Maria morreu duma maneira normal.
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A Virgem Maria foi elevada directamente para o céu, sem morrer.
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Cristo é o único caminho para chegar a Deus, e o único Mediador e Salvador.
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Podemos aproximarmo-nos a Deus através da Virgem Maria que roga a Deus por nós.
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Pecado |
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Protestantes
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Católicos
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Todos nascem com pecado original como resultado do pecado de Adão.
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Todos nascem com pecado original como resultado do pecado de Adão. No entanto, Maria, mãe de Jesus, foi concebida sem pecado.
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Deus é santo e odeia todo o pecado, seja qual for a gravidade deste. Se uma pessoa não confessar os pecados a Deus e se não se arrepender destes antes de morrer, vai para o inferno, porque o pecado e a santidade não podem habitar juntos.
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Há dois tipos de pecado: pecados mortais (pecados graves) e pecados veniais. Se uma pessoa morrer com um pecado mortal não confessado ela vai para o inferno. Se morrer com pecados veniais, confessados ou não confessados, ela vai para o purgatório, ou seja, nunca vai directamente para o céu.
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Devem-se confessar os pecados a Jesus em oração porque Ele é o único mediador. Todos os crentes são sacerdotes no sentido que podem confessar os pecados directamente a Jesus e receber d'Ele o perdão.
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Devem-se confessar os pecados ao padre porque ele é o mediador entre o homem e Deus e tem a autoridade para perdoar os pecados.
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Se existir verdadeiro arrependimento, Jesus perdoa e limpa a pessoa do pecado.
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Na confissão, o padre dá a absolvição dos pecados confessados daquele que deles manifesta arrependimento, e impõe a penitência que acha adequada, conforme a gravidade do pecado. Esta normalmente consiste em rezar (também poderá ser dar esmolas ou fazer boas obras).
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Depois de morte |
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Protestantes
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Católicos
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A Bíblia nunca fala do purgatório e como consequência os protestantes não crêem nele. A doutrina do purgatório é tirada de certos livros não aceites pela maioria de cristãos como a verdadeira palavra de Deus.
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O ensino de Igreja Católica é que depois de morte todos os católicos vão para o purgatório, que é um lugar temporário.
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Os protestantes crêem que só existem dois lugares para onde as pessoas vão depois de morrer: o céu ou o inferno.
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Quando alguém morrer, se a graça que ele tiver não for suficiente (nunca é!) para contrabalançar os seus pecados veniais, (confessados ou não), ou se tiver algum pecado mortal confessado, tem que passar um tempo no purgatório. Parentes ou amigos vivos podem ajudar o falecido a sair do purgatório, através de rezar, pagar para celebrar missas, ou realizar certos outras actos que a Igreja Católica ensina.
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O céu é para aqueles que, antes de morrer, se arrependeram dos seus pecados e que puseram a sua confiança no Senhor Jesus Cristo para lhes perdoar e os limpar.
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Uma pessoa vai directamente para o céu se morrer sem pecados mortais e com graça suficiente para contrabalançar os seus pecados veniais. Na práctica é suposto nunca acontecer.
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O inferno é para os que nesta vida não se arrependeram do seu pecado e não pediram o perdão e a nova vida que Jesus Cristo oferece. Ninguém pode passar do inferno para os ceús.
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O inferno é para todos os que morrem em pecado mortal não confessado.
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Adoração |
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Protestantes
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Católicos
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Os protestantes têm um ou vários cultos semanais para louvar e adorar a Deus. A Ceia do Senhor periodicamente faz parte do culto, em que os membros da igreja participam do pão e do vinho que são símbolos, em lembrança do sacrifício de Jesus pelos pecados de humanidade.
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Os católicos devem assistir à missa semanalmente e em todos os dias santos da Igreja. Na missa o corpo e o sangue de Jesus Cristo são oferecidos como sacrifício outra vez a Deus, para a expiação de pecado. Crê-se que Jesus Cristo fica corporalmente presente, através da transformação física do pão e vinho no seu corpo e sangue.
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As igrejas locais têm pastores ou anciões, mas todos os membros podem participar nos cultos.
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Só o padre pode rezar a missa.
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Não é permitido ter imagens de Cristo, da Virgem Maria ou dos santos na igreja, nem em casa.
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Deve-se honrar e venerar os santos representados nas imagens, quer na igreja, quer em casa.
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O lugar de adoração a Cristo não é importante - pode ser um lar ou salão onde as pessoas para isso se congregam.
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Os crentes ganham mérito que fizerem peregrinações para santuários especiais , como por exemplo, Fátima (Portugal) ou Lourdes (França).
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O salão onde se realizam os cultos são simples, sem velas, imagens e altares.
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As igrejas normalmente têm velas, imagens, e um altar.
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Graça |
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Protestantes
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Católicos
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Deus tem misericórdia da humanidade e perdoa e transforma a vida de cada pessoa que vem a Ele com humildade e arrependimento.
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A graça é merecida através da realização de boas obras e como resultado da obediência às leis da Igreja. É preciso ganhar muita graça para contrabalançar o castigo temporal no purgatório por causa dos pecados veniais (mesmo confessados) cometidos nesta vida.
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Baptismo |
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Protestantes
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Católicos
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Uma pessoa é baptizada depois de se arrepender dos seus pecados, e de começar a ter um relacionamento pessoal com Cristo em que já não vive como antes, mas com Jesus como Senhor da sua vida.
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Baptismo lava o pecado original e deve ser realizado logo que possível, senão o indivíduo irá directamente para o inferno (menos as crianças que irão para o ‘limbo’, que é um lugar neutro onde não há sofrimento mas também não há a presença de Deus).
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Pastores e padres |
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Protestantes
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Católicos
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Os pastores podem casar-se.
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Os padres não se podem casar.
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Budismo Budismo - História do Budismo
O Budismo originou-se nos fins do Período Bramânico na Índia, que se estendeu aproximadamente entre os séculos IX e III antes de Cristo. Tal período pode ser subdividido entre um período bramânico ortodoxo (período de predominação dos Bramanas), um período bramânico desviante (do qual originaram-se as Upanisadas) e período das heterodoxias. Este último dá lugar à origem do jainismo e do budismo. De uma maneira geral, o budismo prega um caminho de libertação e salvação mais individualizado.
No decorrer de sua existência, a crença budista subdividiu-se em duas correntes: o Budismo Theravada, mais próximo da origem dos ensinamentos budistas (prega um único caminho para a redenção: esforço e disciplina), e o Budismo Mahayana (predominante, por exemplo, em países como o Butão, país sob regime monárquico constitucional, e na Coréia do Sul), do qual geraram-se doutrinas como a Bodhisattva e o Zen-Budismo, esta última possuindo foco de concentração no Japão (embora neste último país predomine a religião xintoísta). O Budismo, de modo geral, é organizado sob um sistema monástico.
O principal livro sagrado budista consiste no Tripitaka, livro compartimentado em três conjuntos de textos que compreendem os ensinamentos originais de Buda, além do conjunto de regras para a vida monástica e ensinamentos de filosofia. A corrente do Budismo Mahayana ainda reconhece como códigos sagrados os Prajnaparamita Sutras (guia de sabedoria), o Lankavatara (revelações em Lanka) e o Saddharmapundarika (leis). A crença budista toma a reencarnação como verdade. O sistema budista de crença é baseado em quatro princípios ou verdades fundamentais: o sofrimento sempre se faz presente na vida; o desejo é a causa crucial do sofrimento; a aniquilação do desejo leva à aniquilação do próprio sofrimento; a libertação individual é atingida através do Nirvana. O Nirvana contraria-se à idéia do Samsara (o ciclo de nascimento, existência, morte e renascimento). Para os budistas, o caminho da libertação é atingido a partir do momento em que o ciclo do Samsara é quebrado. O rompimento do ciclo da vida é justamente o Nirvana, o qual pode ser alcançado através de passos: a compreensão correta, o pensamento correto, o discurso correto, a ação correta, a vivência correta, o esforço correto, a consciência correta, a concentração correta. Todos estes passos são perseguidos através da auto-disciplina e da meditação, além de exercícios espirituais.
O Budismo foi fundado na Índia em aproximadamente 528 a.C. pelo príncipe Sidarta Gotama, o Buda (o Iluminado, cuja existência estendeu-se aproximadamente de 563 a 483 a.C.), Hoje em dia, a maior concentração de seguidores budistas localiza-se na região do leste asiático). A Índia atual, na verdade, possui grande maioria hinduísta (pouco mais de oitenta por cento de sua população total).
Ao contrário do pensamento comum, o budismo não é uma religião, pois não assenta num deus criador. Também não será correcto denominá-la como uma filosofia, pois aborda muito mais do que uma mera absorção intelectual. O Budismo não tem uma definição, tendo aquela que qualquer praticante lhe queira atribuir, contudo poderemos denominá-la de um caminho de crescimento espiritual, através dos ensinamentos dos Budas.
Fundada em 528 A.C. por Gautama Siddhartha, o 'Buda', esta "religião" é baseada em quatro verdades:
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toda a vida é sofrimento;
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a causa do sofrimento é o desejo;
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o fim do sofrimento vem com 'nirvana' (o estado final de conhecimento e felicidade completos);
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'nirvana' é conseguido pelo seguimento de oito princípios.
Existe em Budismo o conceito de 'karma' que significa que acções boas são recompensadas e acções más são punidas, ou nesta vida como também através noutras vidas que se seguem a esta como o resultado de reincarnação (morte e renascimento).
A ideologia do Budismo é que todos os nossos problemas e todos os nossos sofrimentos são criados por mentes descontroladas e acções não-virtuosas. Através da prática do 'Dharma' nós podemos aprender a pacificar e controlar estes estados mentais. Para isto, Buda deu 84.000 ensinamentos, cada um referente a uma doença mental, em geral ensinando que a nossa vida humana é extremamente preciosa e passageira para nos preocuparmos com actividades fúteis e malvadas. Para contrapor tais actividades devemos desenvolver paz, calma e sabedoria, e abstrairmo-nos dos três venenos (ignorância, auto-apego, e raiva), de modo a eliminar o nosso karma mau, e assim atingir felicidade permanente, e a verdadeira cessação de todos os nossos sofrimentos.
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Islão Islamismo - História do Islamismo
Segundo dados estatísticos, o Islamismo é a religião que mais rapidamente ganha adeptos na atualidade. A origem do Islamismo é remontada ao século VII d. C. com as revelações de Alá ao profeta Maomé. A religião reconhece Alá como seu único deus, assim como reconhece em Maomé o legítimo profeta de seu deus. Os textos sagrados islâmicos são: o Alcorão, obra que contém as revelações de Alá a Maomé; o Hadith, contendo os pensamentos e as ações de Maomé; o Sunnah, conjunto de regras de conduta a ser seguido pelos islâmicos.
Duas vertentes são reconhecidas no Islamismo: os sunitas (o maior e mais ortodoxo grupo islâmico, constituindo maioria religiosa em países como o Iêmen e a Arábia Saudita, entre muitos outros) reconhecem a sucessão de Maomé por Abu Bakr e pelos três califas que o seguiram; os xiitas reconhecem a sucessão de Maomé por Ali, seu sobrinho. Os símbolos mais importantes para os islâmicos são a família e a mesquita, os elementos centrais da vida dos seguidores do Islamismo.
As práticas religiosas são fundamentais, como por exemplo as cinco preces diárias a Alá; há também o dever para com os necessitados de se oferecer uma parte dos bens; durante a data do Ramadan, entre o amanhecer e o entardecer, há a obrigação do jejum; todos os seguidores da religião, pelo menos uma vez em sua vida, devem realizar a peregrinação à cidade de Meca, simbolizando a própria peregrinação de Maomé à esta cidade.
Maomé nasceu em Meca no ano 570 d.C e no ano 610 d.C veio a acreditar que estava a receber mensagens de Deus que devia contar ao povo em Meca. Estas mensagens foram coleccionadas e formam o livro chamado o Alcorão.
Quando Maomé estava a viver em Meca, ele começou a ter revelações que falavam sobre a misericórdia e perdão de Alá (Deus). No entanto, Maomé não foi aceite em Meca e foi viver para Medina. Depois de estar lá alguns anos alcançou uma posição de poder, e voltou para Meca invadindo e conquistando aquela região. Por isso, além dos muitos versículos no Alcorão que falam da misericórdia de Deus (Alá), também há versículos que foram escritos na altura de conquista que falam de 'jihad', que significa invasão e assassínio no nome de Islão. Durante os vinte e dois anos em que o Alcorão foi escrito, o Islão mudou duma religião espiritual para uma revolução politica.
Os Ensinos do Islão
1. Deus (Alá) é um.
2. O homem tem autoridade sobre as mulheres porque Alá o fez superior à ela devido à maior capacidade intelectual do primeiro.
3. O homem pode casar-se com até quatro mulheres livres ao mesmo tempo, e pode divorciar-se de qualquer uma delas e casar-se com uma quinta, desde que não coabite com mais do que quatro esposas ao mesmo tempo.
4. O islamismo divide o pecado em duas grandes categorias: os pecados maiores e os pecados menores.
5. Os teólogos muçulmanos diferem quanto ao número desses "pecados maiores". Tradicionalmente, o número é sete. São eles:
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Assemelhar alguém/alguma coisa com Alá (prestar culto a qualquer outra pessoa ou coisa além de Alá ou dizer que alguém é igual a Alá)
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Magia
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Assassínio
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Roubo
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Abusar os órfãos (curiosamente Maomé foi órfão)
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Fugir na batalha Acusar falsamente uma mulher de adultério.
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6. Cada pecado tem a sua própria punição. Alguns pecados, como o adultério, tem vários tipos de punição.
7. Os teólogos muçulmanos discordam quanto ao número de maneiras diferentes que um muçulmano pode receber o perdão tanto para os pecados menores como para também os pecados maiores.
8. No último dia Deus julgará os homens segundo os seus actos. Alá pesará as boas obras e as más e decidirá o destino de cada pessoa.
9. Só as pessoas que morrem em 'Jihad' (que significa a luta contra os inimigos do Islão) irão directamente para o paraíso.
10.No islamismo, o inferno é um lugar de fogo e tormento. Alá preparou-o para ser ocupado com os Jinni (espíritos maus) e seres humanos, e ninguém vai escapar. Foi criado tanto para os injustos como para os justos.
11.No paraíso, que espera os muçulmanos depois deles saírem do inferno, tem as houris, destinadas a satisfazer os prazeres sexuais dos homens. Estas houris são virgens, e as suas relações com os homens jamais afectará a sua virgindade. Não envelhecem mais do que 33 anos de idade. São branquinhas, têm olhos grandes e negros e pele suave e macia. As mulheres que morrerem em idade avançada na terra serão recriadas virgens para o deleite dos homens.
Os Pilares do Islamismo
Os muçulmanos vivem a sua fé de acordo com cinco "pilares".
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A fé – as primeiras e últimas palavras de qualquer muçulmano são: ‘Eu testemunho que não há outro deus além de Alá, e Maomé é o seu profeta.'
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A oração - tem de ser realizada cinco vezes por dia na direcção de Meca, mas antes desta ser realizada é necessário passar pelo ritual da lavagem, se não Alá não ouvirá as orações.
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A esmola - é preciso dar esmolas porque estas são eficazes na purificação dos pecados.
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O jejum - particularmente no mês de Ramadão durante o qual não se pode comer nem beber desde da madrugada até o por do sol.
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A peregrinação para Meca - esta deve ser realizada pelo menos uma vez na vida para os que são capazes de a fazer.
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Cristianismo - História do Cristianismo
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Muitas doutrinas cristãs diferenciadas entre si surgiram desde as primitivas comunidades cristãs. A origem destas comunidades deu-se em plena expansão do Império Romano. Como o Imperador romano era também a figura religiosa máxima do Império, quaisquer seitas eram prejudiciais ao seu poder absoluto. Desta forma, as comunidades cristãs deste período foram perseguidas. No entanto, mais tarde, o Império Romano adotaria as crenças cristãs como sua religião oficial, ocorrendo assim a fundação da Igreja de Roma. A partir desta, originaram-se as diversas doutrinas cristãs.
Com a excomunhão do Patriarca de Constantinopla pelo Papa, em 1054, gerou-se um cisma e, como conseqüência, a fundação de uma outra doutrina, a Igreja Ortodoxa, cuja concentração de fiéis localiza-se mais ao leste europeu e porções centrais ao longo do continente asiático. Por outro lado, séculos mais tarde, a Reforma, desencadeada por Martinho Lutero, foi um movimento de contestação aos preceitos religiosos e à própria organização clerical católica. Assim, surgiram diversas doutrinas, sob a ordem do protestantismo. Ao longo dos tempos, foram várias as religiões originadas a partir desta ramificação (Igreja Luterana, Igreja Metodista, Igreja Presbiteriana, Igreja Anglicana etc.).
O marco fundamental da origem do cristianismo refere-se ao nascimento de Jesus Cristo. Uma série de feitos miraculosos são vinculados à figura de Jesus. Neste período, a disseminação da religião pelas camadas mais populares deveu-se à dedicação nas pregações realizadas pelos doze apóstolos de Cristo (André, Bartolomeu, Felipe, Tiago, Tiago filho de Alfeu, João, Judas Iscariotes, Judas Tadeu, Mateus, Pedro, Tadeu e Tomás). Mas a grande expansão cristã deu-se, séculos mais tarde, com a própria expansão colonial dos povos cristãos europeus colonizadores, que levaram a fé cristã para além-mar, no período das Cruzadas. No Brasil, a fé cristã foi trazida inicialmente pelos primeiros catequizadores da Companhia de Jesus.
O calendário internacional toma o nascimento de Jesus Cristo como marco referencial para a contagem dos anos. As datas cristãs comemoradas são o Natal (nascimento de Jesus Cristo), o Dia de Reis, a Quaresma e a Páscoa. A Ascensão e os Pentecostes também constituem datas comemorativas, embora sejam mais difundidas apenas entre os seguidores de algumas das doutrinas originadas do Cristianismo.
A Bíblia Sagrada, constituindo a obra central para o Cristianismo como um todo, encerra as idéias fundamentais da crença. O Cristianismo baseia-se na crença monoteísta, ao contrário das crenças contemporâneas à sua origem. Segundo a religião, Deus é o criador de todas as coisas no Universo, tendo criado o mundo em sete dias (Gênese). As religiões cristãs preconizam o amor a Deus e ao próximo, conforme os ensinamentos de Jesus. Acredita-se na ressurreição de Cristo e é estabelecido o conceito da Santa Trindade, em que Deus é o pai, Jesus Cristo o filho, e o Espírito Santo a presença contínua de Deus na Terra.
CRISTIANISMO: PROTESTANTE, EVANGÉLICO E CATÓLICO
O Cristianismo que é ensinado na Bíblia é completamente diferente das crenças das outras religiões no mundo pelas seguintes razões:
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Deus veio a este mundo na pessoa de Jesus Cristo e viveu como homem;
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Jesus Cristo foi tentado em todas as coisas como nós mas nunca pecou;
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Ele mostrou-nos como Deus é, ajudando e curando as pessoas, e realizando milagres;
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Ele, sendo inocente, sacrificou-se a si mesmo para pagar pelos pecados da humanidade;
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O sangue puro de Jesus Cristo é eficaz para nos perdoar e nos limpar de todo pecado;
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Uma vez perdoados somos também reconciliados com Deus e podemos conhecê-Lo;
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Jesus Cristo ressuscitou, foi elevado ao céu e mandou o Espírito Santo para viver em nós, dando-nos um novo espírito, e o poder de viver uma vida que Lhe agrada.
Por que é que o cristianismo é dividido entre Protestantes e Católicos?
Na idade média, a igreja católica, dominada pelo bispo de Roma, tinha tornado-se muito secular e existia muito suborno e prácticas corruptas. A maioria dos padres tinham amantes e as vidas dos monges eram escandalosas. Também a adoração dos santos tornara-se muito importante e a doutrina de confissão ao padre com a penitência resultante foi introduzida.
Quando uma grande quantia de dinheiro para completar a Igreja de S. Pedro em Roma foi necessário, John Tetzel viajou pelo Europa a vender documentos (chamado indulgências), assinados pelo Papa para angariar fundos. A compra destes documentos garantiam perdão dos pecados imediato, sem confissão e arrependimento, não só ao comprador, mas também aos seus amigos e familiares, vivos ou mortos. Tetzel disse ao povo: "Logo que o seu dinheiro chegue no cofre, as almas dos seus amigos subirão do purgatório para o céu."
Martin Lutero, professor de teologia na universidade de Wittenburg, Alemanha, pregou contra Tetzel e a venda dos indulgências, dizendo que não tinham valor. No ano 1517 ele publicou noventa e cinco teses contra as prácticas da Igreja Católica e a partir de então começou o protesto da maior parte de população alemã, chamado a Reforma Protestante.
A Reforma Protestante dividiu a igreja, não só em Alemanha mas também em Franca, Suiça, Holanda, Escócia e Inglaterra. Os protestantes, querendo voltar para a simplicidade da Bíblia e a sua restauração como a autoridade em todos os assuntos de fé e práctica cristã, acabou por livrar muitas igrejas do controle da Papa.
Os princípios da reforma protestante eram os seguintes:
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A doutrina da salvação só pela fé em Jesus Cristo, e não pelas boas obras. O homem não é justificado por actos religiosos, ou seja, através de sacramentos, missas, peregrinações, ou pagamento de dinheiro, mas através de uma transformação interior.
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Cristianismo verdadeiro é fundado na Bíblia.
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Cristianismo verdadeiro deve ser racional e inteligente.
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Cristianismo verdadeiro deve ser pessoal, que significa que qualquer pessoa pode ir à presença de Deus, através de Jesus Cristo.
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Um cristão pode confessar os seus pecados directamente a Deus, e receber dEle o perdão, sem ter um padre como mediador.
As Igrejas Protestantes hoje em dia incluem as Luteranas, as Presbiterianas, as Baptistas, as Metodistas, e as Pentecostais. As que se mantêm mais fiéis aos ensinos originais dos Protestantes são normalmente chamadas 'Igrejas Evangélicas'.
Protestantes (Evangélicos) e Católicos –quais são as semelhanças e diferenças?
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A Santa Trindade consiste em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
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A Santa Trindade consiste em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
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A regra da fé é a Bíblia, ou seja, ela é a única base de todas as doutrinas e práticas.
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A regra da fé é a Bíblia e a tradição.
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Somos salvos do inferno só pela graça de Deus através da fé em Jesus Cristo. É uma dádiva de Deus.
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Somos salvos do inferno pela graça e pelas boas obras. É necessário fazer algo para ganhar mérito perante a Deus.
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Jesus estabeleceu dois sacramentos, o baptismo e a ceia do Senhor.
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A Igreja Católica tem sete sacramentos - cinco são indispensáveis para salvação: baptismo, primeira comunhão, o eucaristia, a confissão e a extrema unção.
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As doutrinas foram definidas por teólogos que estudaram a Bíblia e concordaram com o ensino dela.
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O Papá representa Cristo na terra e é infalível em definir as doutrinas e morais da Igreja.
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Oração |
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Protestantes
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Católicos
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Os protestantes oram a Deus Pai e a Jesus Cristo, o Seu Filho.
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Os católicos invocam a Deus, os santos e a Virgem Maria. De importância e o rezar do terço, que consiste numa série de orações feitas a Deus Pai e à Virgem Maria.
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A Virgem Maria |
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Protestantes
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Católicos
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A Virgem Maria era humana e por isso era pecadora como todos nós.
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A Virgem Maria nasceu sem pecado e nunca pecou.
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Depois do nascimento de Jesus, a Virgem Maria e seu marido José viveram juntos como casal e tiveram outros filhos.
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A Virgem Maria nunca teve relações maritais com José.
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A Virgem Maria morreu duma maneira normal.
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A Virgem Maria foi elevada directamente para o céu, sem morrer.
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Cristo é o único caminho para chegar a Deus, e o único Mediador e Salvador.
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Podemos aproximarmo-nos a Deus através da Virgem Maria que roga a Deus por nós.
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Pecado |
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Protestantes
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Católicos
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Todos nascem com pecado original como resultado do pecado de Adão.
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Todos nascem com pecado original como resultado do pecado de Adão. No entanto, Maria, mãe de Jesus, foi concebida sem pecado.
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Deus é santo e odeia todo o pecado, seja qual for a gravidade deste. Se uma pessoa não confessar os pecados a Deus e se não se arrepender destes antes de morrer, vai para o inferno, porque o pecado e a santidade não podem habitar juntos.
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Há dois tipos de pecado: pecados mortais (pecados graves) e pecados veniais. Se uma pessoa morrer com um pecado mortal não confessado ela vai para o inferno. Se morrer com pecados veniais, confessados ou não confessados, ela vai para o purgatório, ou seja, nunca vai directamente para o céu.
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Devem-se confessar os pecados a Jesus em oração porque Ele é o único mediador. Todos os crentes são sacerdotes no sentido que podem confessar os pecados directamente a Jesus e receber d'Ele o perdão.
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Devem-se confessar os pecados ao padre porque ele é o mediador entre o homem e Deus e tem a autoridade para perdoar os pecados.
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Se existir verdadeiro arrependimento, Jesus perdoa e limpa a pessoa do pecado.
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Na confissão, o padre dá a absolvição dos pecados confessados daquele que deles manifesta arrependimento, e impõe a penitência que acha adequada, conforme a gravidade do pecado. Esta normalmente consiste em rezar (também poderá ser dar esmolas ou fazer boas obras).
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Depois de morte |
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Protestantes
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Católicos
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A Bíblia nunca fala do purgatório e como consequência os protestantes não crêem nele. A doutrina do purgatório é tirada de certos livros não aceites pela maioria de cristãos como a verdadeira palavra de Deus.
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O ensino de Igreja Católica é que depois de morte todos os católicos vão para o purgatório, que é um lugar temporário.
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Os protestantes crêem que só existem dois lugares para onde as pessoas vão depois de morrer: o céu ou o inferno.
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Quando alguém morrer, se a graça que ele tiver não for suficiente (nunca é!) para contrabalançar os seus pecados veniais, (confessados ou não), ou se tiver algum pecado mortal confessado, tem que passar um tempo no purgatório. Parentes ou amigos vivos podem ajudar o falecido a sair do purgatório, através de rezar, pagar para celebrar missas, ou realizar certos outras actos que a Igreja Católica ensina.
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O céu é para aqueles que, antes de morrer, se arrependeram dos seus pecados e que puseram a sua confiança no Senhor Jesus Cristo para lhes perdoar e os limpar.
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Uma pessoa vai directamente para o céu se morrer sem pecados mortais e com graça suficiente para contrabalançar os seus pecados veniais. Na práctica é suposto nunca acontecer.
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O inferno é para os que nesta vida não se arrependeram do seu pecado e não pediram o perdão e a nova vida que Jesus Cristo oferece. Ninguém pode passar do inferno para os ceús.
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O inferno é para todos os que morrem em pecado mortal não confessado.
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Adoração |
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Protestantes
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Católicos
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Os protestantes têm um ou vários cultos semanais para louvar e adorar a Deus. A Ceia do Senhor periodicamente faz parte do culto, em que os membros da igreja participam do pão e do vinho que são símbolos, em lembrança do sacrifício de Jesus pelos pecados de humanidade.
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Os católicos devem assistir à missa semanalmente e em todos os dias santos da Igreja. Na missa o corpo e o sangue de Jesus Cristo são oferecidos como sacrifício outra vez a Deus, para a expiação de pecado. Crê-se que Jesus Cristo fica corporalmente presente, através da transformação física do pão e vinho no seu corpo e sangue.
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As igrejas locais têm pastores ou anciões, mas todos os membros podem participar nos cultos.
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Só o padre pode rezar a missa.
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Não é permitido ter imagens de Cristo, da Virgem Maria ou dos santos na igreja, nem em casa.
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Deve-se honrar e venerar os santos representados nas imagens, quer na igreja, quer em casa.
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O lugar de adoração a Cristo não é importante - pode ser um lar ou salão onde as pessoas para isso se congregam.
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Os crentes ganham mérito que fizerem peregrinações para santuários especiais , como por exemplo, Fátima (Portugal) ou Lourdes (França).
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O salão onde se realizam os cultos são simples, sem velas, imagens e altares.
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As igrejas normalmente têm velas, imagens, e um altar.
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Graça |
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Protestantes
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Católicos
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Deus tem misericórdia da humanidade e perdoa e transforma a vida de cada pessoa que vem a Ele com humildade e arrependimento.
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A graça é merecida através da realização de boas obras e como resultado da obediência às leis da Igreja. É preciso ganhar muita graça para contrabalançar o castigo temporal no purgatório por causa dos pecados veniais (mesmo confessados) cometidos nesta vida.
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Baptismo |
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Protestantes
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Católicos
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Uma pessoa é baptizada depois de se arrepender dos seus pecados, e de começar a ter um relacionamento pessoal com Cristo em que já não vive como antes, mas com Jesus como Senhor da sua vida.
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Baptismo lava o pecado original e deve ser realizado logo que possível, senão o indivíduo irá directamente para o inferno (menos as crianças que irão para o ‘limbo’, que é um lugar neutro onde não há sofrimento mas também não há a presença de Deus).
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Pastores e padres |
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Protestantes
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Católicos
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Os pastores podem casar-se.
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Os padres não se podem casar.
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